quarta-feira, 25 de agosto de 2010

educação é o segredo

  1. Educação  é o conjunto de conhecimentos e hábitos adquiridos. Gosto dessa  definição por ela ser simples, curta, clara e precisa. Entendida dessa  forma, a educação é um processo destinado a promover o “progresso” da  criatura humana e da sociedade. Podemos dizer que há duas espécies de  progresso humano: o progresso intelectual e o progresso moral. O  primeiro nos dota de conhecimentos técnicos e científicos e da  capacidade de descobrir, criar, inventar, inovar e compreender os  fenômenos da natureza. O segundo diz respeito aos nossos costumes e à  capacidade de agir sabendo distinguir entre o bem e o mal, o certo e o  errado, o justo e o injusto.Isaías perguntou ao Senhor para que isso,  já que ninguém lhe daria importância, ao que o Senhor respondeu:  “Entenda bem: existem sempre os Remanescentes que você nem conhece e a  respeito de quem você nada sabe. Eles são humildes, desorganizados e  aparentemente desinteressados. Precisam ser encorajados, porque quando  tudo der errado serão eles que retornarão e construirão uma nova  sociedade e, até que isso ocorra, sua pregação servirá para lhes manter  vivo o interesse e a esperança. Sua tarefa é cuidar desses

feliçidade ou dinheiro

É possível alguém ter dinheiro e ser infeliz, como é possível, também, alguém não ter dinheiro e ser feliz. A frase “dinheiro não traz felicidade”, muito usada, é uma forma de dizer que o dinheiro, sozinho, não tem capacidade de curar os males do corpo e da alma. Isto é, alguém extremamente infeliz e perturbado pode possuir montanhas de dinheiro, sem que isso mude seu estado negativo.
Embora se possa afirmar que dinheiro não traz felicidade, apresentando, para isso, bons argumentos, nenhum aspecto da vida pode, sozinho, garantir felicidade. Mas, há um equívoco na frase título deste artigo. Várias pesquisas têm sido feitas com pessoas acima dos 70 anos, a fim de verificar qual o segredo de uma velhice feliz. De forma óbvia, duas causas predominam nas respostas: saúde e conforto material. Além destas, há outras respostas interessantes, que merecem reflexão. Sejamos francos: sem dinheiro ou sem alguém que pague a fatura, um homem velho e aposentado estará numa grande enrascada e dificilmente terá condições de realmente ser feliz. Uma pessoa sem independência financeira tem grande chance de viver uma velhice de dependência, sofrimento e humilhação. Quando vejo reportagens de televisão mostrando pessoas velhas e doentes nas filas do INSS ou dos postos de saúde, implorando para que um funcionário lhes dê um mínimo de atenção, aquilo me parece um símbolo contundente do fracasso de um sistema e uma punição para quem não construiu sua independência financeira.